Cotação do dólar na América Latina em 13 de agosto de 2026
Análise comparativa sobre o comportamento da moeda norte-americana na América Latina em 13 de agosto de 2026. Descubra os países com maior aumento e recuo semanal.
Durante a semana encerrada em 13 de agosto de 2026, a Venezuela foi o país da América Latina onde o dólar mais subiu, registrando um aumento de +1,45% em seu valor. O ranking de países com maior alta na cotação da moeda norte-americana foi completado por Brasil (+0,78%), Argentina (+0,65%) e Uruguai (+0,12%). No extremo oposto, a moeda norte-americana mostrou quedas no Chile (-0,1%), Colômbia (-0,33%), México (-0,87%) e Bolívia (-1,26%), consolidando uma marcada polarização no desempenho cambial do continente.
Para analisar de forma precisa esses números dentro do contexto financeiro latino-americano, é imprescindível esclarecer que cada país mede um tipo de dólar diferente de acordo com sua estrutura de mercado. Por exemplo, a cotação informada para a Argentina corresponde ao mercado paralelo ou dólar blue, enquanto na Colômbia refere-se à Taxa Representativa do Mercado (TRM) e no Chile ao dólar observado. Da mesma forma, países como o Brasil utilizam a referência comercial, enquanto a Venezuela reporta a taxa oficial fixada por sua autoridade monetária. Essas divergências metodológicas influenciam diretamente a interpretação dos valores absolutos.
Ranking de variação semanal
A seguir, apresenta-se a lista detalhada com os preços da moeda norte-americana e seu desempenho percentual durante os últimos sete dias até 13 de agosto de 2026, ordenados do maior aumento até a maior queda registrada:
- Venezuela: Bs 766,86 (+1,45% em 7 dias)
- Brasil: R$ 5,16 (+0,78% em 7 dias)
- Argentina: $ 1.540 (+0,65% em 7 dias)
- Uruguai: $ 41,55 (+0,12% em 7 dias)
- Chile: $ 916,5 (-0,1% em 7 dias)
- Colômbia: $ 3.150,65 (-0,33% em 7 dias)
- México: $ 17,06 (-0,87% em 7 dias)
- Bolívia: Bs 11,71 (-1,26% em 7 dias)
Perguntas frequentes
Por que existem diferentes referências cambiais na região?
Cada mercado opera sob um arcabouço normativo e institucional próprio. Por esse motivo, enquanto alguns países publicam taxas unificadas como a TRM ou o dólar observado, outros contemplam cotações paralelas ou comerciais segundo as regulamentações locais.
Qual moeda latino-americana se valorizou mais em relação ao dólar neste período?
O peso boliviano liderou a valorização na região, marcando um recuo na taxa de câmbio de 1,26% no período de sete dias analisado.
Informação para fins informativos, não é aconselhamento financeiro. Fonte: dados de mercado.